O Perfil do profissional de Web Analytics

20 03 2008

O termo ainda soa estranho para quem não está acostumado com o vasto vocabulário da Internet, mas o profissional de Web Analytics, que tem como principal função a coleta e análise de dados em mídias digitais, vem ganhando importância dentro das empresas e promete boas oportunidades para quem quer trabalhar nesta nova área.

Segue um provável perfil de sucesso segundo Eric Peterson, autor do livro Web Analytics Demystified:

1 – Ter visão de negócios, tendo experiência com os principais aspectos do Marketing Digital.

2 – Precisa ter algum conhecimento técnico, ou pelo menos uma certa dose de boa vontade para entender os conceitos e tecnologias que estão envolvidos no processo. ( Termos como SEO, Ajax e Web 2.0 tem que estar na ponta da lingua).

3 – Saber fazer boas apresentações de relatórios e ser capaz de entrar em detalhes sobre os dados quando necessário. ( Diria que uma boa capacidade de transformar dados brutos e sem sentido em informações atraentes para outras áreas não envolvidas diretamente com Marketing).

4 – Ser incessante na busca por respostas para suas perguntas ( Por que 42% de nossos visitantes abandonam o carrinho no passo 3 do processo de compra ? )

5 – Ter a capacidade de ganhar o respeito tanto da equipe de TI quanto do pessoal de Negócios. (Definitivamente mostrar como Web Analytics é importante e de que forma estes dados podem se reverter em melhorias para o negócio).

Segue um link interessante de algumas vagar para trabalhar com Web Analytics nos US. Muitas delas tem descrições sobre os requisitos mais específicos das vagas, então dá para dar uma checada no que mais o pessoal está pedindo. http://www.webanalyticsdemystified.com/job_list.asp





IAB Brasil lança glossário de SEM

17 08 2007

Uma boa iniciativa para aproximar o SEM ao vocabulário do Marketing tradicional. é só baixar…





O conteúdo é rei em 2007

14 08 2007

Foi se o tempo que a maioria das horas gasta pelo Internauta era somente dedicado a email e mensageiros instantâneos como msn. De acordo com pesquisa conduzida pela Nielsen/NetRatings, 50% do que fazemos hoje na rede é relacionado a conteúdo.

Tempo gasto com busca, comunicação e conteúdo
Muitas das tarefas que realizávamos antes offline, como ler notícias e buscar informações sobre entretenimento, agora são feitos usando a Internet. Redes sociais, vídeos, aprimoramento das ferramentas de busca e a proliferação da banda larga foram fatores que também contribuiram para esta mudança.

Esta pesquisa obviamente não foi realizada aqui no Brasil, mas se formos levar em consideração as causas (expansão da banda larga, redes sociais etc.), creio que estamos no mesmo caminho.





Eu não vendo online, como posso atribuir um custo por clique ?

11 08 2007

Ok, você não vende nada através de seu site, mas investe em Links Patrocinados e grande parte de seus leads são provenientes do seu site. Então você pode sim atribuir um valor para o custo de cada clique em sua campanha.

Digamos que sua empresa venda pacotes de viagem e que a cada 100 contatos originados através do site, você consiga converter 5% em vendas, com um gasto médio de R$ 1.000 por cliente. Estes dados se referem apenas a visitas originadas por links patrocinados, não considere cliques oriundos de busca orgânica.

Vamos supor que para uma determinada palavra-chave você consiga converter 2% de visitantes em leads, ou seja, a cada 10 visitantes 2 entram em contato interessados em um pacote de viagem. Considere que dos R$ 1.000 gerados por cada cliente, você retire um lucro de R$600.

Descobertos estes dados, podemos aplicar a seguinte fórmula :

Taxa de conversão (visita/lead) x taxa vendas (leads/clientes) x Seu lucro

5% x 2% x R$600 = R$ 0,60 por clique.

Isso significa que para a palavra-chave em questão se você pagar mais de R$ 0,60 por clique, terá prejuízo. Este valor é o seu ponto de equilíbrio na campanha para a keyword em questão.





Diferença entre popularidade global de links e popularidade local de links

11 08 2007

Estes dois fatores têm se mostrado bastante decisivos na hora de atribuir o posicionamento de uma página e vale a pena saber a diferença entre eles.

Popularidade Local - Consiste nos links de sites com um assunto relacionado ao seu. (exemplo : O Webinsider linkando para este blog).

Popularidade Global - Consiste nos links de qualquer site apontando para o seu. (exemplo : Globo.com linkando para este blog).

Segundo alguns estudos, popularidade global aparece em segundo lugar dentre os parâmetros utilizados para rankear um site, perdendo apenas para a palavra chave situada na tag título. Mas atenção : links de sites não relacionados só serão úteis se o o contúdo for relacionado. Seguindo o exemplo acima, uma matéria no Globo.com falando de Marketing na Internet linkando para este blog seria interpretado como ponto favorável. Já um link no meio de uma matéria sobre o acidente com o avião da Tam não faria o menor sentido.





Elementos que mais influenciam na otimização de uma página

9 08 2007

Uma pesquisa da empresa alemã Sixtrix mostra os elementos trazem maior resultado na hora de elaborar o seu SEO.


Seguem as descobertas da pesquisa :

1 -Palavras-chave inseridas na tag Título pareceram ter mais importância do que as usadas no corpo do texto.

2- As palavras-chave inseridas nas Tags H2-H6 apresentaram um melhor desempenho que as usadas na tag H1.

3- palavras-chave usadas em negrito ou inseridas em tags tiveram um ligeiro aumento em sua performance. O uso das keywords em nomes de arquivos ou em alt tags de imagens tiveram um melhor ranking.

4 - O tamanho do arquivo, segundo a pesquisa, pareceu não ter muita influência no posicionamento.

5 - URLs sem caracteres como ( ?123=id) sairam na frente no posicionamento.

6 - Links externos para sua página e Page Rank foram os indicadores que mais influenciaram. O primeiro lugar tinha quatro vezes mais links que o décimo primeiro colocado.

Foram examinadas 10.000 palavras aleatóreas e os 100 primeiros colocadas para cada uma destas keywords.





Email Marketing versus Blogs e RSS feeds

5 08 2007

Já existem alguns entusiastas decretando a morte do email marketing após a recente popularização dos Blogs e dos leitores de RSS (definir), mas segundo um estudo realizado pela Carlson Marketing, que é uma divisão da Peppers and Rogers Group, o email marketing ainda tem muito o que oferecer e afirma que 94% dos profisionais de Marketing nos USA ainda investem nesta ferramenta.

Outro dado que chamou a atenção na pesquisa é que, 50 % das pessoas consideram estar recebendo um Spam mesmo quando forneceram uma vez seus dados e recebem eventualmente emails destas empresas. Isso mostra o nível de sensibilidade que se chegou.

O Carlson Group ainda define o que se poderia chamar de as 5 novas regras para o email marketing.

1- Construa uma reputação e não uma lista;

2 – Não segmente, microsegmente;

3 – Use email para encrementar a experiência do consumidor. (exemplo : Se ele comprou ontem o produto, não mande a mesma oferta no dia seguinte);

4- Seja criativo em suas campanhas;

5 – Considere o custo dos emails sem resposta, não lidos ou deletados.

Os Blogs, Podcasts e leitores de RSS já são uma realidade, mas aparentemente o email marketing, quando bem usado, ainda traz retornos consideráveis. O uso indiscriminado da ferramenta fez com que houvesse uma rejeção muito grande por parte das pessoas e trouxe um amadurecimento ao mercado, ficando claro que só terão sucesso aqueles que aplicarem as melhores práticas junto com uma boa dose de bom senso.





Esmiuçando o Goooogle

4 08 2007

Não lembro exatamente onde baixei, mas o material é bem interessante. Este e-book tem detalhes curiosos de como seria, por exemplo, o cálculo do page rank e vai a fundo em assuntos de como otimizar seu site para obter um melhor posicionamento nos mecanismos de busca.

O cálculo do PR seria algo como :

PR(your page) = 0.15 + 0.85 [(PR(pageA) / total links(pageA)) + (PR(pageB) / total links(pageB) + ...]

Google secrets é o nome … é só baixar.

ps : Poderia page rank ser um trocadilho com o nome de larry Page ?

Have fun !





Você tem Know how ?

4 08 2007

Este livro andou meio esgotado em alguma livrarias e tem gerado bastante comentários, sobretudo na midia especializada, é obra de mais um acadêmico da terra dos tapetes voadores, softwares e centrais de call-center. “Know-how: as oito competências que separam os que fazem dos que não fazem” mostra com base em observações do autor de diversos CEOs, entre eles o lendário (tio Jack) Jack Welch, as habilidades necessárias para se ter sucesso no século XI.

A boa notícia segundo o Ram Charan é: se você não tem know how, pode adquir.
As 8 Competências são:

1 – Posicionar e reposicionar
2 – Identificar mudanças externas:
3 – Comandar o sistema social
4 – Avaliar pessoas
5 – Moldar equipes
6 – Estabelecer objetivos
7 – Estabelecer prioridades precisas
8 – Enfrentar forças que transcendem o mercado

Caso decida comprar, é sempre bom dar uma pesquisada, não é ?